A Secretaria de Promoção da Saúde de Jundiaí confirmou nesta segunda-feira (9), o primeiro caso de mpox registrado no município em 2026. O paciente é um homem com idade entre 30 e 39 anos, morador da cidade. Segundo a Vigilância Epidemiológica, os sintomas começaram em 22 de fevereiro e o diagnóstico foi confirmado após exame laboratorial com resultado detectável para o vírus. O paciente está em acompanhamento pela rede municipal de atenção à saúde.
A confirmação ocorreu após análise laboratorial realizada a partir de material coletado diretamente nas lesões de pele. O procedimento é feito com swab e o material é encaminhado para análise especializada. Em Jundiaí, amostras de casos suspeitos são enviadas ao Instituto Adolfo Lutz, em Campinas, onde são realizados testes moleculares ou sequenciamento genético para confirmação da doença.
A mpox é uma doença viral de origem zoonótica. A transmissão para humanos pode ocorrer por contato direto com pessoas infectadas, com objetos contaminados ou com animais silvestres que carregam o vírus, principalmente roedores. Entre os sinais mais comuns estão lesões ou erupções na pele, febre, dor de cabeça, dores no corpo, calafrios, fraqueza e aumento dos linfonodos, conhecidos como ínguas.
Dados da Secretaria de Promoção da Saúde indicam que Jundiaí registrou três casos da doença em 2025 e cinco em 2024. Em âmbito nacional, ao menos 62 diagnósticos de mpox já foram confirmados em 2026, conforme informações divulgadas pelo Ministério da Saúde.
A Vigilância Epidemiológica informou que pessoas com sintomas compatíveis com a doença devem procurar uma unidade de saúde para avaliação e orientação adequada. O monitoramento de casos suspeitos e confirmados segue sob acompanhamento da rede municipal de saúde.
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