O preço da passagem de ônibus municipal aumentou em 12 das 39 cidades da Região Metropolitana de São Paulo neste início de 2026. A capital paulista está entre os municípios com reajuste confirmado. Em São Paulo, a nova tarifa, de R$ 5,30, entra em vigor na próxima terça-feira (6).
Com os aumentos, Guarulhos, Itaquaquecetuba e Ribeirão Pires passaram a registrar as tarifas mais elevadas da Grande São Paulo. Em Guarulhos, o valor chegou a R$ 6,20 já no dia 1º de janeiro. Itaquaquecetuba passou a cobrar até R$ 6,30 no pagamento em dinheiro, enquanto Ribeirão Pires atingiu R$ 6,40, o maior valor da região.
Levantamento entre as prefeituras aponta que seis municípios informaram que não haverá reajuste neste ano, enquanto outros dez ainda avaliam mudanças. Em nove cidades, o transporte municipal é gratuito ou não existe.
Cidades que reajustaram a tarifa
Na capital paulista, a passagem subiu de R$ 5 para R$ 5,30, com início da cobrança em 6 de janeiro.
Em Guarulhos, a tarifa passou de R$ 5,30 em dinheiro e R$ 5,10 no Cartão Cidadão para R$ 6,20, válida desde 1º de janeiro.
Itaquaquecetuba reajustou os valores para R$ 6 no cartão e R$ 6,30 em dinheiro.
Ribeirão Pires elevou a tarifa para R$ 5,70 no cartão e R$ 6,40 em dinheiro, a partir de 6 de janeiro.
Arujá aumentou de R$ 5,50 para R$ 6.
Barueri, Carapicuíba, Itapevi, Jandira e Osasco fixaram o valor em R$ 6,10.
Em Mauá, a tarifa passou a R$ 4,90 no cartão e R$ 5,90 em dinheiro.
Rio Grande da Serra reajustou de R$ 5 para R$ 5,50.
Municípios sem reajuste confirmado
Seis cidades informaram que manterão os valores atuais ao longo de 2026. São elas: Caieiras (R$ 5,50), Ferraz de Vasconcelos (R$ 6), Poá (R$ 5,70), Santo André (R$ 5,90), Suzano (R$ 6) e São Bernardo do Campo (R$ 5,95).
Reajuste em análise
Dez municípios ainda estudam possíveis alterações na tarifa: Cajamar, Cotia, Diadema, Embu das Artes, Embu-Guaçu, Francisco Morato, Franco da Rocha, Itapecerica da Serra, Mogi das Cruzes e Santana de Parnaíba.
Tarifa zero ou sem transporte municipal
Em nove cidades da Grande São Paulo não há cobrança de passagem ou não existe sistema municipal de ônibus: Biritiba-Mirim, Guararema, Juquitiba, Pirapora do Bom Jesus, Salesópolis, Santa Isabel, São Caetano do Sul, São Lourenço da Serra e Vargem Grande Paulista.
Os reajustes ocorrem no início do ano e impactam diretamente os deslocamentos diários de moradores da região metropolitana, especialmente trabalhadores que dependem do transporte coletivo para acessar a capital e os principais polos de emprego.
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