Coworking do Sexo em Piracicaba mobiliza Polícia Civil e viraliza nas redes sociais

 

Foto: Divulgação

A Polícia Civil de Piracicaba desarticulou, nesta quinta-feira (22), um esquema de prostituição que operava de forma discreta em um imóvel do Bairro Alto. A ação resultou na prisão em flagrante da proprietária do local e revelou detalhes que rapidamente ganharam repercussão nacional nas redes sociais.

O caso envolvia um imóvel adaptado para encontros mediante pagamento. No endereço, funcionavam três cômodos preparados para a atividade, com preservativos, objetos ligados à exploração sexual e uma máquina de cartão utilizada nas transações. Também foram apreendidos dois celulares. A estrutura funcionava com baixo fluxo externo, sem chamar atenção de moradores ou transeuntes, e atraía predominantemente homens casados.

Segundo a investigação, conduzida pelo delegado José Donizeti de Melo, da Unidade de Polícia Judiciária (UPJA), duas mulheres, de 39 e 24 anos, atuavam no local como profissionais do sexo, recebendo clientes e repassando parte do valor para a responsável pelo imóvel. Cada atendimento rendia R$ 50 à proprietária, enquanto as trabalhadoras mantinham uma média estimada de 15 clientes semanais. Outras mulheres utilizavam o espaço de forma eventual, mediante pagamento, o que configurava um modelo de uso compartilhado para prestação do serviço.

A dona do imóvel, de 53 anos, foi autuada pelos crimes de manter casa de prostituição e favorecimento da prostituição, previstos nos artigos 229 e 228 do Código Penal. As penas podem chegar a cinco anos de prisão, além de multa. As duas mulheres foram ouvidas, qualificadas e liberadas.

Com a divulgação do caso, o assunto se espalhou por grupos de mensagens, plataformas digitais e timelines, impulsionando debates sobre a manutenção desse tipo de mercado. O volume de comentários chamou atenção pela quantidade de referências a clientes com imagem pública de defensores de valores tradicionais, o que ampliou a circulação do tema em formatos de memes, vídeos e threads, acumulando milhões de visualizações em poucas horas.

O inquérito segue em andamento na Polícia Civil de Piracicaba, que agora apura a identificação de outras pessoas envolvidas e a eventual participação de trabalhadoras que utilizavam o espaço de forma intermitente.

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Da Redação, Danilo Amaral

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